Publicado na 28 de outubro de 2015

Não basta ter bom conhecimento do idioma para ter boa pontuação na prova,

diz Rosane Vidmar, da Cengage Learning.


Brasil, São Paulo – outubro de 2015 – Qualquer dúvida ou subjetividade que a frase “inglês fluente” contém pode ser facilmente eliminada por exames de proficiência. É isso o que defende Rosane Vidmar, gerente de produtos da divisão English Learning Solutions da Cengage Learning, empresa líder no desenvolvimento de conteúdo, tecnologia e serviços educacionais.

TOEFL, TOEIC, IELTS e Cambridge são alguns dos certificados internacionais obtidos por meio de uma avaliação padronizada com critérios rígidos, o que garante o mesmo parâmetro de testes a todos os candidatos. “Ou seja, um chinês com nota 7 no IELTS, por exemplo, tem exatamente o mesmo nível de um brasileiro que teve a mesma pontuação”, afirma Rosane. No entanto, não basta dominar ou ter conhecimento avançado do idioma para garantir uma boa nota. Segundo Rosane, a familiaridade com o formato do exame e com os critérios de avaliação são mais determinantes para o sucesso. “Os maiores aliados do estudante são uma boa escola, um bom professor e um bom material preparatório. Como os exames são padronizados, o conhecimento de sua estrutura ajuda o candidato a ganhar confiança e elimina surpresas na hora da prova”, diz.

Para aprimorar as habilidades específicas dos alunos para os testes, a Cengage Learning uniu esforços à National Geographic Society e criou, em 2011, a National Geographic Learning. A National Geographic Learning | Cengage Learning desenvolveu diversos materiais que priorizam situações reais para facilitar o aprendizado. Ao ter contato com um conteúdo, o aluno realiza simulados e estuda técnicas de interpretação de texto e de redação com tempo limite, mas ao mesmo tempo aprende sobre uma nova cultura ou estilo de vida, o que torna a aula mais interessante e, por consequência, a aprendizagem mais rápida e eficaz.

A executiva ainda destaca a importância de realizar simulações do exame com a correção, que também é padronizada. “Aumentar sua velocidade de leitura ou saber estruturar uma redação antes de começar a escrever para garantir coerência e coesão do texto é essencial para terminar a tarefa no prazo”, ressalta. Antes de começar a estudar para um exame de proficiência, Rosane recomenda avaliar o propósito para fazer a prova. Para quem pretende estudar em países de língua inglesa, são mais indicados o TOEFL e o módulo acadêmico do IELTS, enquanto o TOEIC é recomendado para o setor corporativo. Já os certificados da Universidade de Cambridge servem tanto para estudar em país de língua inglesa como para garantir um bom emprego, pois estas certificações são reconhecidas no mercado e os níveis mais altos podem até render um emprego de professor de inglês em escolas em que um diploma do curso de Letras não seja um requisito obrigatório.