María Rosas

ISBN-10: 8522107483

ISBN-13: 9788522107483

© 2010

132 Páginas

Preço: R$ 38,90

Corremos o dia todo de um lado para o outro. Paramos somente para o indispensável. No caminho da escola para o trabalho não deixamos de nos questionar se estamos fazendo bem as coisas ou não. Duvidamos, nos mortificamos, temos vontades e talento para crescer profissionalmente, porém nossa vocação de mãe acaba com nossos desejos. “Primeiro meus filhos”, pensamos com um grande sentimento de culpa. Da escola para o trabalho, do trabalho ao supermercado; pegar os filhos na escola, rever as tarefas, cuidar do banho, dos uniformes, das mochilas. Isso parece familiar? Assim passam os dias, as semanas e toda a infância de nossos filhos. No entanto, perguntamos: o que acontece conosco? O que sentem as mães que trabalham fora e passam pela vida se sentindo culpadas, especialmente se criticadas e quando afirmam que estão abandonando os filhos em nome da liberação feminina? Será que as pessoas têm conhecimento de nossas necessidades? Sabemos se estamos agindo corretamente? Somente as mulheres que são mães e trabalham fora sabem o que têm de passar para trabalhar e atender aos filhos, maridos – quando têm – e a casa. É sabido que o velho conceito de família acabou. Sabe-se, também, que um novo está surgindo com relação à distribuição dos papéis; e a mãe, além de cuidar dos filhos, também trabalha e tem vida própria.

1. Algumas mudanças na família

2. A mulher muda de papel
2.1 Uma presença notável
2.2 Cuidado com a saúde
2.3 Renovar-se ou morrer

3. Quando a mãe trabalha
3.1 E você não trabalha?
3.2 Mãe, e quem vai cuidar de mim?
3.3 Vamos aprender a delegar tarefas
3.4 Conselhos para as mães que trabalham

4. Cuidado com a culpa
4.1 Façamos uma autoanálise
4.2 Só a mãe trabalha
4.3 Andrés: um caso

5. Pai: uma presença cada vez mais intensa
5.1 Mudanças e mais mudanças
5.2 Pai não é mãe

6. A voz dos filhos
6.1 Vamos ajudá-los a evitar a angústia