Publicado na 4 de agosto de 2015

Aderência dos funcionários e baixa interatividade de alguns programas de educação são grandes desafios, diz Adriana Zanatta, da Cengage Learning

Bem diferentes dos treinamentos, as Universidades Corporativas (UCs) ganharam destaque no Brasil nos últimos cinco anos. Hoje, mais de 100 organizações brasileiras, tanto públicas quanto privadas, já implementaram uma UC. Além de qualificar e profissionalizar, estes programas contribuem para o aumento do tempo de permanência dos funcionários na companhia. A Cengage Learning, líder em conteúdos, tecnologias e serviços educacionais, oferece soluções sob medida às empresas que enfrentam este desafio educacional.

“Estamos vivendo em um ambiente dinâmico, marcado pela constante necessidade de inovação por conta da competitividade. Os profissionais carecem de conhecimento focado no negócio e na estratégia da organização de forma rápida, prática e atualizada”, conta Adriana Zanatta, coordenadora de contas corporativas da Cengage Learning. Segundo ela, nesse sentido, a UC é uma solução possível, pois desenvolve pessoas com a missão de formar e desenvolver talentos – desde estagiários até a alta gerência – na gestão do negócio.

Diferentemente da UC, o treinamento empresarial busca atingir um público maior e oferece programas que nem sempre estão voltados para a solução de problemas do negócio. “Normalmente, a missão do treinamento é educar pessoas, enquanto a UC tem como objetivo aplicar o aprendizado na realidade da empresa, melhorando continuamente sua performance”, explica. Para a UC ser bem-sucedida, deve-se investir em interatividade. “Estamos falando de um público que tem muitas horas dedicadas às atividades de trabalho e precisa de um programa de educação atrativo e funcional”, diz a executiva. Além disso, ressalta que o feedback das atividades realizadas, relatórios de acompanhamento e gestão também são pontos fundamentais para aprimorar o treinamento.